31.1.06

Gina. E só e basta!


Agarrem-se! A partir deste instante jamais serão a mesma pessoa. Hoje recordo-vos uma memória perdida no tempo, diluída durante décadas. A revista GINA, um marco incontornável da história de Portugal. A primeira companheira para muitos de nós, para qualquer Homem que se preze. Manual de Sexo e Anatomia. Sim! Foi lá que decifrámos o complexo e ímpar corpo feminino. O pessoal disputava-a ao milímetro: Ca ganda gaija, tou aqui que não posso. eh, todo lá dentro, catano. Mas havia sempre um de nós (o mais velho e respeitado) que levava a Gina para casa: Dá cá essa cena, pá. Na volta, a Gina ficava irreconhecível. Até cheirava a mistura de pneu queimado com cebola. Quantas páginas não ficaram coladas por esse país fora?! Eu sei que as actrizes pareciam sopeiras, mas era o que havia. Quanto à história, mas qual história? Era sempre a arrebimbar o malho. E os textos? Eram no mínimo delirantes: ...pega-lhe na pichota ainda molhada e pouco tesa e mete-a na boca, enquanto outro encavacava-lhe o mastro por trás. Que poesia!

Ainda hoje, há quem dê o nome próprio Gina às filhas, talvez seja em sua homenagem. Os seus exemplares, valem centenas de euros, sobretudo se estiveram intactos, ou seja, sem manchas...de ADN.



Comentado por Blogger Axpegix à data de quarta-feira, 01 fevereiro, 2006

true!    



Comentado por Anonymous Anónimo à data de quarta-feira, 01 fevereiro, 2006

Do que voces me foram lembrar...
Julgava-me liberto dessa obcessão. Voces não fazem ideia dos pesadelos, da ansiedade que isto causa. É pior do que sofrer dos males do Ultra-Mar!
Gina, Gina... Volta Gina!    



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